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sexta-feira, 27 de julho de 2012

DR. LUIZ GUSTAVO DE FREITAS







Luiz Gustavo de Freitas, hoje homenageado em meu blog, é dessas pessoas que a gente vê no dia a dia, de terno, advogado que é e, logo, percebe sua competência e dignidade, fatores de seu destaque no maior escritório criminal da Baixada Fluminense.

A intimidade que me permitem, faz-me testemunha das inúmeras vezes que o Dr. Gustavo é instado a professar seus conhecimentos jurídicos e de grande percepção fática e, antes mesmo que o maior do Escritório, Dr. Édison Ferreira de Lima, sugira ou determine a medida, antecipa seu pensamento, trazendo a solução.

Vi Gustavo menino, amigo que sou de sua família e, confesso que já me impressionava, como que antecipando a firmeza de caráter que o distingue hoje.

A equipe do Dr. Édison é respeitada nos meios jurídicos e forenses, admirada por alunos e professores.

Dr. Gustavo, sem demérito para os demais componentes, todos competentes, como a jovem Dra. Carolina, o Dr. Pedro Otávio, o Dr. Leonardo, todos assessorados pelo Jorge, Jorginho para nós, é o expoente indefectível da equipe.

Age sem alarde, fala sem gritos, escreve o bom português e lavra petitórios para juízes e desembargadores deferirem.

Sua clareza de expressão e objetividade, fazem-no merecedor da admiração e respeito de todos, em especial deste modesto advogado, de inscrição 36.500 e com mais de quatro lustros de efetivo exercício profissional.

A descrição que tentei fazer é humilde diante da magnitude de Luiz Gustavo de Freitas.

Romeu Oliveira Gurgel

terça-feira, 29 de maio de 2012

ÉDISON FERREIRA DE LIMA


Nestes quadros,
dois quadros,
 três rostos de advogados.
Amados, adorados!

Nesta tarde,
bela tarde,
sol que arde.

Homens trabalham.
Mulheres labutam.
Na luta.

No Tribunal, gente quente,
vibrações, julgamentos,
falas eloquentes.
Grandes momentos.

Édison Ferreira, o Mestre,
fala, vibra, enlouquece.
Os julgadores, sisudos, enternece.

 Vence a luta, ganha a causa.
A sentença era arguta, impoluta.
Agora fenece, vencida, esquecida.
Prevalece a justiça, resoluta.

Jovem na primeira fila.
Chora.
Seu rosto brilha.
Quase aplaude.
Mas advogado não faz alarde.

Sussura, resmungando,
amando, soluçando:
- Que advogado!!! Que maravilha!!!

 (Nas fotos roubadas, minha homenagem ao brilhantismo de um advogado-homem-de-bem e sua família)

Romeu Oliveira Gurgel,
Copacabana, 29.05.2012.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Ao ver um quadro...



Pintura
Muitas vezes sorri.
Muitas vezes chorei.
Jamais fugi.
Sempre lutei.
Quando te vi,
Só admirei.
O coração abri.
A vitória alcancei!
Bela pintura.
Tela sem igual.
Pura formosura.
Cabelo enrolado.
Pose sensual.
Estou apaixonado!

ROMEU OLIVEIRA GURGEL,
COPACABANA, 28.05.2012

sábado, 19 de maio de 2012

Itabirito e Padre Miguel

Na última vez que fui a Itabirito, faz mais de um ano (que pecado, devia ir lá sempre), num final de tarde, caminhava próximo à Igreja da Boa Viagem quando fui abordado por um simpático cidadão que me questionou se eu era de lá.
Identifiquei-me e fiquei surpreso com a reação.
Padre Miguel (que eu não conhecia) mandou abrir o museu que ocupa a antiga escola da Dona Antônia só para eu e minha amiga Patrícia vermos.
Viajei pelos meus tempos de menino e vi procissões, li listas de presença de reuniões de Filhas de Maria e da Irmandade do Santíssimo Sacramento.
Fiquei feliz em saber que Itabirito tem no Padre Miguel um entusiasta pela sua história e um anelo pelo seu futuro.
Voltei para o Rio. Aqui também tem Padre Miguel, só que um bairro suburbano, não um vigário dinâmico e gentil.
Parabéns, Itabirito, pelo Padre Miguel.
Obrigado, Padre, beijo-lhe a mão e peço a bênção.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Tempo, tempo, tempo...



Rádio CBN ligada no receptor do carro, ouço a premiada escritora E. Brum e sua visão da vida.

Fala de uma doméstica que teria dito, mais ou menos, o seguinte:

“Quando descobri o que fazer com meu tempo, não tinha mais tempo...”

Impressionou-me a frase e lembrei o também escritor e, com certeza, não tão premiado quanto a Brum, mas muito mais conhecido, Olavo Brás dos Guimarães Bilac:

“Dê tempo ao tempo que o tempo dará tempo a tudo.”

Ora de meditar, escritores: O tempo é único para cada vida e uma vida bem vivida é aquela que respeita seu tempo e o faz respeitado.

Meu tempo, com certeza, é só meu, mas poderá ser de todos que dele tirarem algum proveito ou lição.

Assim, continuo escrevendo, pois é tempo de escrever e eu gosto...



Romeu O. Gurgel,

Copacabana, 16 de abril de 2012.